terça-feira, 28 de outubro de 2008

Escutai a nossa prece



DIA DE SAO JUDAS TADEU!

SANTO DAS CAUSAS IMPOSSÍVEIS!!!!

Não custa pedir uma ajudinha.

Afinal, minhas causas devem ser fichinha pra quem está acostumado com as impossíveis.

Tem sempre o de vez em quando

Se o ser humano é um eterno insatisfeito, acho que estou atingindo o máximo da minha humanidade.

Seja porque, com o tempo, seu grau de exigência aumenta, seja porque seu universo se amplia, a percepção que tenho é que, até então, nunca tinha vivido um momento em que tantas coisas me parecem fora do lugar.

Sinto inquietação na alma.

Tenho vontade de gritar, jogar tudo pro alto, começar algo novo, criar, produzir, quebrar barreiras, ultrapassar fronteiras, descobrir do que sou capaz.

Quero tudo a que tenho direito. Quero tratamento VIP, menu especial, primeira classe.

Será que isso tem a ver com alguma posição astral? Será que são os hormônios? Ou será apenas a certeza de que eu quero mesmo é ser feliz?

domingo, 26 de outubro de 2008

Sábado feliz

A nação alvinegra está em festa. Neste sábado, o Timão voltou para a primeira divisão.
E essa nação merece mesmo comemorar. Apesar do time ter chegado quase no fundo poço, ela continuou lá, como um bando de louco, torcendo, sofrendo e acreditando na volta. Apoiou o time, foi aos jogos e vestiu a camisa, literalmente.


Achei o máximo. Não só porque sou corinthiana, mas porque acho que a atitude tem que ser essa mesmo. Se calhar de, em algum momento, irmos para a segunda divisão, não devemos desistir de jogar. Temos que acreditar no nosso potencial, com a certeza de que, quem sempre torceu por nós, vai continuar do nosso lado.
Como diz a música, “não pára de lutar”.

Valeu, Timão!

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Maturidade

Ainda não sei com certeza tudo o que quero. Mas já sei muito do que não quero. E acho que isso é um bom começo.

domingo, 19 de outubro de 2008

Pra se pensar (ou não)

Das Páginas Amarelas da Veja dessa semana – entrevista com o filósofo francês Luc Ferry (http://veja.abril.com.br/221008/entrevista.shtml):

“O filósofo alemão Immanuel Kant tem um ótimo argumento sobre isso. Se a felicidade fizesse parte da natureza humana, Deus não nos teria dado a inteligência.”

De propósito, evitei pensar a respeito...

domingo, 12 de outubro de 2008

Mizter Big

Mr. Big, de acordo com Carrie Bradshaw, é aquele cara pelo qual você se apaixona com a certeza de que vai ser uma roubada.

Ele é poderoso, bem sucedido, simpático, bonito, faz sucesso com a mulherada e, óbvio, tem sérios problemas com relacionamento.

Vocês têm uma química incrível, ele até gosta de você, mas, na hora da verdade, acaba optando por alguém mais convencional e, porque não dizer, provinciano – basicamente, tudo que você não é.

Por alguma razão que a sua própria razão desconhece, você gosta dele. Tenta fugir, busca conhecer outras pessoas, estabelecer relacionamentos sérios, mas ele sempre está lá. E por mais que a cidade seja imensa, algo cósmico faz com que você sempre encontre alguma coisa que remeta a ele ou, pior, encontre com ele.

Ainda bem que isso só acontece na TV.

NdaA: a neurolinguística prega que, se você repetir algo muitas vezes e com convicção, isso se torna verdade...

E você continua, obcecada e/ou obstinada, sem saber como agir ou o que fazer, apenas seguindo seu coração. Até que, 10 anos depois, as coisas finalmente se acertam e vocês vivem felizes para sempre.

NdaA parte II: isso, SIM, tem bem mais chances de só acontecer na TV.

Ano I

No dia 24 de julho, fez um ano que comecei a escrever aqui.

Nem percebi ou lembrei.

E olha que essa é uma data que celebra a possibilidade de eu expressar o que sinto, independente de quem lê ou acompanha, expressar apenas por expressar, pelo prazer de colocar idéias e pensamentos no papel.

O que me deixa triste é a constatação de que eu deixei passar uma data muito legal e que, assim como essa, na loucura que é nossa vida, muitas outras coisas legais também podem estar passando.

Pois bem, promessa de aniversário: se depender de mim, isso não acontece mais. A vida é muito curta para nos darmos ao luxo de perder qualquer momento bom!

domingo, 5 de outubro de 2008

Feelings

Sentimentos não são mesmo fáceis de se entender.

Explico: por que, em alguns momentos, eles resistem quando todo o resto deixa claro que é hora de seguir em frente?

É fato que, quase sempre, passado um tempo, depois que as coisas deixam de ser vividas e fica apenas a lembrança, também o sentimento se vai.

No entanto, existem exceções. São os casos em que, por mais que se deixe de pensar a respeito, basta uma lembrança, uma menção, para que tudo retorne.

E volta o choro, a busca por notícias que, certamente, magoarão e o sofrimento por ainda sentir. 

Nada mais doído do que a convivência entre o desejo de ter e o desejo de esquecer.

Confesso que queria entender. Quem sabe, se eu entendesse, conviveria melhor com isso.