Em tempos como esse, fico a me perguntar: é melhor saber a verdade ou é melhor viver uma verdade que você nunca vai saber se é?
Sei que a resposta padrão, e aquela que tendo a escolher na maior parte das vezes, é que é melhor saber a verdade. Mas e se ela for muito ruim? Será que sempre estamos preparados para recebê-la? Em tempos como esse, fico a me perguntar.
sábado, 28 de julho de 2007
Dúvidas
quinta-feira, 26 de julho de 2007
A vida como ela é
Outro dia, li o seguinte no blog O2 Neurônio:
17/05/2006
Calcinha e unhas
- Eu tenho uma teoria
- Qual?
- Que mulher quando sai de unha pintada é porque quer dar. Deixa eu ver a sua mão. Você, por exemplo, por que não pintou a unha?
- Porque não deu tempo.
- Será? E tem mais a minha teoria: mulher quando quer dar não sai de calcinha bege nem branca. Tem que ser preta ou de outra cor.
- Ah é?
- É, você por exemplo. Deixa eu ver.
- Não
O jeans de cintura baixa denuncia. Ela é amarelinha
- Aí, você ta de calcinha bege
- Não tô não.
- Tá sim. Eu vi. Você está de calcinha bege e sem unha pintada
Eita. O rapaz não sabia nada sobre a verdadeira teoria das unhas e calcinhas. Não fazer a unha e sair de calcinha amarelinha e só para dar sorte.
:: Escrito por Jô Hallack às 14h19
Hoje, no meio da minha aula super legal fiquei pensando nesse texto e cheguei à outra conclusão.
Caro Jô, quando a mulher sai de calcinha bege ela não faz isso para dar sorte ou porque não quer dar. O único motivo pelo qual isso ocorre é porque, justamente nesse dia, ela acha que NÃO vai dar. E, meu amigo, conto mais: caso ela descubra que vai se dar bem, fica desesperada e sai correndo pra comprar uma calcinha de outra cor...
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Aos meus amigos que eu amo tanto...
Dizem que, na vida, a gente recebe de volta tudo que faz. Pois é, devo ter feito muitas coisas legais porque só isso explica a sorte que eu tenho em ter tão bons amigos.
Eu tenho amigo de tudo quanto é jeito: sério, divertido, macho, gay, rico, pobre, feio, bonito. Pra mim, pouco importa o adjetivo porque, no fim, a única coisa que me interessa é eu saber que ele está lá.
Tem amigo que conheço desde que nasci. Nesse caso, já nem chamo mais de amigo. Chamo de irmão mesmo, o irmão que eu escolhi e que, no fim das contas, me conhece mais do que eu mesma. Pra esses, não tem segredo que resista.
Também tenho amigo que conheci na escola e que, apesar de mudar de colégio e de bairro, continua meu amigo. Quando era criança, eu ia na casa dele pra brincar e, agora, continuo indo, só que pra brincar com os filhos dele.
São os amigos desse grupo, junto com aqueles do primeiro, que me acompanharam no meu primeiro, grande, inesquecível, infinito, "meu Deus, vou morrer se ele não reparar em mim", amor. São eles, também, que sabem como foi meu primeiro beijo, saíram comigo pela primeira vez à noite e aproveitaram todos os meses de férias do verão.
Depois, tem os amigos de faculdade. Apesar de, na maior parte dos casos, eu só ouvir falar de muitos deles através de pessoas em comum ou ao abrir o jornal e descobrir que um virou presidente de empresa - putz, e eu ainda pagando a prestação do apê - com outros, eu continuo falando.
Aí, somado aos outros grupos, esses amigos são os que estiveram comigo nos primeiros porres de tequila e nas primeiras desilusões amorosas de verdade, aquelas do tipo "nunca mais vou sorrir". Foi para eles que eu contei como foi minha primeira vez, com eles fiz minha primeira viajem sozinha e eles foram os primeiros a saber que eu consegui aquele estágio.
Nessa hora, chegam os amigos do trabalho. E alguns continuam meus amigos apesar de eu já ter mudado de emprego quatro vezes. E esses são os que estiveram do meu lado quando eu levei meu primeiro esporro e fui chorar no banheiro, quando eu me revoltei com a promoção que deveria ter sido dada a mim, quando eu falei mal da empresa e quando eu pedi demissão.
E assim, tenho encontrado cada vez mais novos amigos que, junto com aqueles que já me aturam há um bom tempo, estarão do meu lado nos bons e maus momentos, sabendo exatamente o que falar para que eu me sinta melhor. Amigos que acompanharão os próximos acontecimentos porque vão estar lá comigo.
Eu acho que, na verdade, amigos são como prêmios por bom comportamento. Porque é tão bom tê-los que eles só podem ser um presente que a vida nos dá.
terça-feira, 24 de julho de 2007
O porquê e o nome
O porquê é fácil...
Depois de ler alguns textos muito legais na Internet, fiquei com muita vontade de fazer algo parecido. De uns tempos pra cá, tenho sentido necessidade de poder expressar um monte de coisa que eu sinto e que, muitas vezes, acaba ficando esquecida em algum canto da mente - enquanto a terapia não vem, viva a tecnologia!
Já o nome...
Bom, o nome, esse eu peguei com meu amigo Marcel. Quando eu disse que queria escrever sobre tudo ele, de cara, respondeu com essa sugestão. Esse menino é fogo!!! Valeu Marcel, já começou contribuindo.
E lá vamos nós!!!!!
A idéia, aqui, é falar sobre tudo. E também sobre nada (ok, plágio do Seinfeld, eu sei!).
Vontade, eu tinha. Agora, é só começar.