sábado, 17 de abril de 2010

O mundo gira, e a (neta de) Lusitana roda

Dizem por aí que, quando alguém passa por um acontecimento intenso, significativo, marcante, a tendência é essa pessoa também passar por alguma mudança.

Engraçado, comigo, foi diferente.

Não porque passei por algo intenso, significativo, marcante e não mudei, mas porque mudei, e continuo mudando, sem passar por isso.

É fato que quero, preciso, busco mudanças para melhor. Obviamente (e ainda bem!), por estar querendo com tanta vontade, elas têm ocorrido. Mas não precisei de perdas, ganhos, derrotas ou vitórias para iniciar essa busca. Precisei apenas da consciência de que se deve sempre ir atrás da felicidade.

Por conta disso, tenho mudado.

Agradeço todos os dias por termos essa capacidade, agradeço por existirem caminhos, muitos, e só caber a nós mesmos decidir por qual deles seguir.

1 ingredientes novos:

Paco disse...

Assaz o senhor sabe: a gente quer passar um rio a nado, e passa; mas vai dar na outra banda é num ponto muito mais embaixo, bem diverso do em que primeiro se pensou. Viver nem não é muito perigoso?

ROSA, João Guimarães. Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p. 26