segunda-feira, 24 de dezembro de 2007




FELIZ NATAL!

domingo, 23 de dezembro de 2007

Lápis e papel na mão!

Ah, o ano novo. Essa data mágica em que, por alguma razão desconhecida, acreditamos que somos capazes de mudar tudo que estava errado, de aumentar nossa crença em um amanhã melhor, de juntar forças para seguir em frente como se nada fosse capaz de nos impedir de conquistar aquilo que queremos.

O futuro nos espera como uma página em branco, sem pauta para que não existam limites, e que pode ser preenchida como quisermos. Portanto, lápis e papel na mão!

2008 vem aí e, no que depender de mim, ele será o máximo!!!

domingo, 16 de dezembro de 2007

10 coisas que te deixam feliz por menos de R$10

Atenção: os itens não estão em ordem de felicidade gerada, visto que isso pode variar dependendo do dia e da pessoa!

1) Sorvete de doce de leite Haagen Däsz
2) Empada do Rancho da Empada
3) Esfiha do Jaber
4) Milk shake de Ovomaltine do Bob’s
5) Café do Suplicy Cafés
6) Sorvete Rochinha
7) Brigadeiro da Brigadeiro
8) Cerveja gelada (na praia, na piscina ou no boteco mesmo)
9) Pão na chapa da padaria
10) Pastel de feira

É claro que essa lista poderia ter muito mais itens, mas a idéia é que isso seja apenas um lembrete de como a felicidade pode estar em coisas bem baratinhas.

Sem mencionar que ela também é fortemente encontrada em coisas que são de graça, como um abraço, um beijo, um sorriso, brincar com cachorro ;-)


Mas, aí, já estou falando de outra lista, a lista de coisas que te deixam feliz, não custam nada e só dependem de você! Em breve...

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

I Guess That's Why They Call It the Blues

Por que azul?

Talvez por ser uma cor fria, que não inspira sensações ou emoções. Ou, talvez, por ser a cor do céu, aquele lugar que inspira apenas sonhos e que parece inatingível.

O porquê, de fato, não sei. Prá ser sincera, acho melhor deixar por conta do Elton John...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Capitalismo Selvagem


Eu tava triste, tristinha, mais sem graça que a top model magrela na passarela!
Aí, eu comprei um biquini!!!!!!!!!
Eu amo o capitalismo... e minhas férias de janeiro :p



sábado, 8 de dezembro de 2007

Escravos de Jó

Tenho a sensação de que, diariamente, somos colocados à prova. É como se, cada um de nós, carregasse um pouco de Jó dentro de si.

Não são poucas as vezes em que, depois de lutar para não se sentir mais triste ou para esquecer algo que vinha nos incomodando, aquela coisa ou qualquer outra que remeta imediatamente à ela apareça na nossa frente. E, nessa hora, dá mesmo uma vontade de gritar e xingar o ser superior no qual acreditamos.

Embora acredite que isso ocorra para nos fortalecer, sei que nem de longe a gente pensa assim na hora em que acontece. Na verdade, a gente pensa que tá no meio do Jogo da Vida e que tirou uma carta que nos obrigou a voltar 3 casas!!!

Aí, não tem jeito, é preciso começar de novo a fim de recuperarmos as casas perdidas. Se tivermos sorte, recuperamos tudo em uma única jogada!

Mas o problema é quando precisamos de várias rodadas. Porque, vamos confessar, dá um cansaço ter que percorrer aquele mesmo caminho novamente!

Bom, pelo menos a parte boa é que, com o tempo, isso tende a ficar mais fácil (ou seria menos dolorido?).

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Lobo Não Tão Mau

Olha, não vou dizer que sou a fã número um do Lobão. Aliás, tem algumas coisas dele das quais nem gosto tanto. Mas, essa música, de verdade, é demais. Tão demais que resolvi colocá-la aqui (bom, para os que me conhecem, não é novidade que eu me ligo em letra de música e acho que é justamente por essa razão que essa música me pareceu tão incrível).

Vou Te Levar
Lobão/Bernardo Vilhena

Pensar em tudo que se passou
Que se pode sonhar e não realizou
A vida tentando escapar, mas não por agora
Ao mesmo tempo tanta coisa se amou
se refez, se perdeu, se conquistou
Retratos estampados do nosso amor em preto e branco, pregados na parede
Revelando pra sempre, a gente, nosso orgulho um do outro, olhando pra lente
Como quem dissesse:" não queremos mais nada nesse mundo"
E que me lembrasse, a cada instante
Que valeu a pena, cada lance
E que valerá, tenha certeza, pra toda vida....
(Refrão)
Vou levar, vou te levar.....
Pra onde eu for, vou te levar...

sábado, 1 de dezembro de 2007

The Atrapment

Ok, ok, alguns podem não entender o título. Então, vou explicar: "atrapment" é uma palavra que eu criei (se alguém já usou ela antes, sorry, mas eu nunca tinha ouvido) para designar aqueles apartamentos, geralmente pertencentes a meninos, que funcionam como um armadilha para donzelas indefesas (ah, tá!).

Um atrapment verdadeiro funciona assim: o foco não é nos itens básicos (boa distribuição da planta, localização de fácil acesso, etc), mas nos itens que sejam capazes de impressionar e que permitam uma atmosfera entre romântica e sensual, sem deixar, obviamente, de querer passar a impressão de que, na verdade, tudo aquilo é casual.

Sempre vai ter petiscos e uma bebida gelada - se tiver uma adega climatizada, então, são pontos extras. Comida, no máximo, uma salada - não dá pra comer nada pesado, né! CD's de músicas motelinas (já essa palavra veio de papi), acompanhados de um som de última geração ou de uma TV super, hiper, mega. Iluminação indireta e velas - luz branca, nem pensar. Pode ou não ter uma jacuzzi, aí depende do gosto do dono. Livros cabeça na estante - nesse caso, a valorização do item dependerá do grau de intelectualidade da moça - e DVD's de filmes que fujam do padrão blockbuster holywoodiano (novamente, vale a observação anterior). Se o feliz proprietário tiver um hobby interessante, tipo mergulho, saltar de paraquedas, trekking ou algum esporte radical, existirão algumas fotos das aventuras pela casa. Se for algo mais básico, por exemplo corrida, será possível encontrar alguns objetos displicentemente jogados nos ambientes. Ponto importante, podem não haver ambientes caso estejamos falando de um loft, característica muito comum nesse tipo de imóvel.

E quando a "vítima" chega, o atrapment funciona como aquelas armadilhas de caça que, literalmente, engolem a presa. E a cada nova descoberta das "funcionalidades", vai diminuindo as chances da donzela conseguir sair dali ilesa.

Por isso, meninas, já sabem: se o local tiver essas características, significa que você acabou de se tornar mais uma vítima. E, sabendo qual o seu papel nessa história, fica bem mais fácil decidir como você vai querer interpretar seu personagem.

domingo, 4 de novembro de 2007

Dúvida (Eco)Existencial

Hoje em dia, é 100% in ter uma sacola de pano para usar durante as compras (dizem por aí que já é moda em NY e tudo!).

O princípio é simples: você substitui aquelas sacolinhas plásticas por uma sacola ecologicamente correta e linda. Com isso, ajuda a preservar o meio ambiente e ainda tem uma atitude super chic.

Não tenho nada contra esse "acessório". Pelo contrário, adoraria ter a minha. No entanto, fica a dúvida: se eu não pegar mais as sacolas de plástico do supermercado, onde vou colocar meu lixo?

Porque, se eu tiver que comprar saco de lixo, aí, toda atitude terá sido em vão!

Se alguém puder me ajudar, agradeço. Algum ecologista ou produtor das tais sacolas se habilita?

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Da série "Se conselho fosse bom..."

Após escândalos, um show patético, perda da guarda dos filhos, fotos constrangedoras e bebedeiras homéricas, só há uma coisa a fazer: se eu fosse a Britney Spears, contratava a assessora de imprensa da Angelina Jolie ;-)

Mas o que eles querem dizer com isso?

Por conta de umas dessas ações de marketing totalmente sem pé nem cabeça, recebi uma edição da Revista Cláudia aqui em casa - digo sem pé nem cabeça porque ela não vem acompanhada de nenhuma carta, nenhum bilhete, nenhuma informação, ou seja, eu não tenho a menor idéia do porquê estou recebendo a mesma.

Mas ok. O objetivo, nesse caso, não é falar da ação em si, mas falar de outra coisa que também está relacionada com o marketing da revista.

Pra quem nunca prestou atenção, o slogan da Cláudia é "Independente, sem deixar de ser mulher". É ou não é um dos slogans mais machistas que existe?

Sinceramente, não sei o que eles querem dizer com isso. Que mulheres independentes raramente são, de fato, mulheres? Que, com a revista, você aprende a conviver com duas coisas tão incompatíveis? Ou, melhor, que, ao ler Cláudia, você aprende todos os truques para continuar sendo mulher apesar da sua independência?

Como diria o José Simão: dá licença que eu vou pingar meu colírio alucinógeno!!!!!

sábado, 27 de outubro de 2007

Como prometido

Como prometido em post anterior.

Acho o Vagner Moura tudo de muito bom. Ele é inteligente, charmoso, bem sucedido profissionalmente, enfim, ganha 10 com louvor pelo conjunto da obra. Apesar de não ser bonito.

Ele é aquele tipo de homem que te conquista pelo que é e não pelo que aparenta. Para mim, a única forma de conquista viável e de longo prazo.

Esse pensamento é muito comum no universo feminino e acredito que a mulher vai além do físico bem mais facilmente que o homem.

Acho que um bom exemplo dessa teoria é o Reinaldo Gianechini. Quantas vezes não ouvimos comentários do tipo “como ele casou com a Marília Gabriela?”, como se fosse inaceitável um homem LINDO ficar com uma mulher que não é um ícone de beleza. Agora, tente lembrar de um exemplo feminino para a mesma questão. Eu não me lembro de nenhum (com exceção do golpe do baú, mas, aí, é outra história).

Para a sociedade, uma mulher linda com um homem que não é um Deus é plenamente aceito e ninguém nem questiona.

Resumo da ópera: plástica, lipo, corrida às academias, regime. Para elas, claro, que diariamente são compelidas a alcançarem o que só o photoshop alcança!


E ainda querem que eu acredite em direitos iguais...

Opções

Gostaria de entender por que algumas pessoas lidam com as demais utilizando o conceito de “reserva de mercado”.

Vou explicar.

Funciona mais ou menos assim: a pessoa está com alguém mas, em paralelo, mantém uma espécie de flerte (sorry, não achei nenhum termo melhor) com outras pessoas. Tipo, um olho no peixe e outro no gato. Afinal, vai saber o dia de amanhã!

Será que essas pessoas não entendem que esse outro também é um ser humano e, como tal, pensa e sofre? Não pensa que ele pode estar envolvido, ainda que de leve?

Não sei, mas me parece meio egoísta (sem falar na sacanagem com o “alguém” mencionado acima).

E se, nesse momento, você estiver bancando o papel de gato(a!), resta escolher se quer continuar com o jogo ou se vai interrompê-lo antes do fim.

Como sempre, tudo gira em torno de opções...

1) Do dicionário da língua portuguesa:

Opção - do Lat. Optione, s. f.:
· ato ou faculdade de optar;
· preferência;
· livre escolha.

2) Do dicionário de Finanças:


Opção: contrato negociado no mercado financeiro, que dá direito, mediante o pagamento imediato de um prêmio, de comprar ou vender ativos financeiros à prazo.

domingo, 21 de outubro de 2007

Great Expectations

Quem nunca ficou imaginando como as coisas seriam se tudo desse certo, sonhou com um desfecho incrível para determinada história, passou dias planejando o que falaria naquele momento mágico, que atire a primeira pedra....

E nem olhem pra mim. Sou pisciana, faço isso direto.

O problema é que, assim como tudo que ainda não é concreto, as expectativas criadas e imaginadas podem ser quebradas. E essa parte não é nada legal.

Dói ver seus sonhos se despedaçarem. Logo eles, que eram tão bonitos, tão bacanas, que faziam parte de uma história com um enredo tão bem montado. Você não chegaria a ganhar um Oscar de melhor roteiro (romances açucarados quase nunca competem), mas não há dúvida que seria um sucesso de bilheteria.

Pior é que você não redigiu o plano B, aquele para o caso de tudo dar errado. Afinal, as coisas não iriam dar errado... todo mundo não diz que não se pode pensar negativo?!

E ao sentir a dor da expectativa quebrada, me pego pensando em duas coisas: a primeira é a dúvida sobre como agir daqui para a frente. Continuo criando sonhos e indo atrás deles, mesmo sabendo que há grandes chances dos mesmos não darem certo e, caso isso aconteça, de sofrer de novo? Ou devo pensar de forma racional, estabelecendo percentuais para cada alternativa e criando uma árvore de probabilidades (prof. Pierre, aposto que o sr. imaginou um uso desses, heim!)?

Já a segunda questão está mais relacionada ao fato de que sofrer com uma expectativa quebrada significa sofrer por algo que eu ainda nem tive e que nem sei se seria do jeito que eu havia sonhado.

Não tenho resposta para tudo, mas considerando as dúvidas acima, cheguei a algumas conclusões. A primeira é que não quero abrir mão de sonhar e de acreditar, mesmo sabendo dos riscos que estou correndo. A segunda é que, caso alguns desses sonhos não dêem certo (como agora, por exemplo), ao invés de ficar remoendo a tristeza, vou gastar alguma energia com o sofrimento (não acho que dê pra escapar disso e sei que é importante se permitir sofrer) e usar o resto dela para continuar indo atrás daquilo que eu não alcancei.

Parece simples falar assim. Agora mesmo, minha vontade é colocar o CD mais fossa que eu tenha em casa, chorar sem parar e chegar no fundo do poço (perdoem o melodrama mas, como dito anteriormente, sou pisciana). Mas, ok, essa será a cota de energia gasta.

E é bom não gastar muito. Afinal, ainda é preciso ir atrás de muitas coisas.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Food for thought

Adoro filmes que me façam pensar e, nesse final de semana, assisti a dois deles.

No sábado, vi “Obrigado por Fumar”, que conta um pouco da vida de um lobbista da indústria do tabaco.

O filme, ainda que tenha como protagonista um personagem que defende o cigarro, usa isso apenas como pretexto para discutir coisas bem mais instigantes: o livre arbítrio e a capacidade de fazer com que as pessoas revejam seus pontos de vista (como o protagonista diz, mais importante do que ganhar um debate é fazer com que as idéias do outro sejam derrubadas).

Que fumar faz mal, todos já sabem. Portanto, não é preciso realizar novas campanhas. É preciso apenas deixar que cada um decida por si só se quer continuar fumando ou não.

Como acredito muito no livre arbítrio, tendo a dar crédito a essa idéia. E não achem que estou fazendo apologia ao cigarro ou que sou favorável ao fumo. Estou apenas sendo coerente.

Já no domingo, foi a vez de “Tropa de Elite”. Considerando todo o auê da mídia, queria saber por conta própria se aquilo fazia sentido ou não.

E faz. Não só por Vagner Moura que, sozinho, já mereceria um texto exclusivo no meu blog (aguardem...), mas pela história como um todo.

Não concordo com os métodos utilizados e, na minha opinião, o filme não valoriza o BOPE. Pelo contrário: usar o fato de que aquilo é uma guerra como argumento para tudo é tentar justificar o injustificável (assassinatos, torturas, etc.).

Sei que muitos, na ânsia por justiça, vão se identificar com aquele grupo. De certa forma, o filme passa uma imagem de justiceiros que, considerando a situação atual do país, é vista como a única solução para o caos já instalado. Além disso, o fato do roteiro contar com uma perspectiva viesada, visto que o filme se baseia em um livro escrito por um ex-comandante do BOPE, ajuda a romancear os fatos.

No entanto, se o filme, pelo menos, servir para mostrar a parcela de responsabilidade que têm aqueles que consomem as drogas vendidas no morro, já terei ficado feliz. Hoje, é mais fácil culpar o governo, a polícia, a sociedade, a má distribuição de renda. É certo que esses fatores também possuem sua parcela de culpa, mas, sem consumidor, não há negócio que resista.

domingo, 30 de setembro de 2007

Half the Perfect World

Há duas semanas, assisti Madeleine Peyroux no Via Funchal.

O show não tinha cenário, iluminação, figurino, maquiador, cabeleireiro, não foi feito em um lugar adequado (muito intimista para o Via Funchal) e, ainda assim, foi maravilhoso.

A única coisa que o show tinha era Madeleine, com sua voz multi-tons, acompanhada de seus 4 músicos.

Pensando bem, quem precisa de mais?

Show me the money! Or not!

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2007/09/24/ult574u7820.jhtm

Marcelito, seu pedido é uma ordem... Quer saber minha opinião a respeito, então, lá vai:

Bom, pra quem não leu o texto (link acima) e nem vai ler, o resumo é o seguinte: a mulherada tá ganhando mais que os homens, invertendo aquilo que foi regra durante décadas. O resultado é que nem um nem outro sabe bem como lidar com isso.

À primeira vista, o texto fica parecendo coisa de americano que quer divulgar o início das filmagens de Sex and The City – O Filme. Ou, então, coisa de gente milionária.

Bom amigos, direto da vida real verde-amarela tupiniquim brazuca, eu garanto: isso existe mais do que vocês possam imaginar.

E não estou falando só de grana. Hoje, o homem se sente ameaçado por mulher que ganha mais, por mulher que sabe mais, por mulher que pode mais – o que tem se tornado cada vez mais comum. Existem algumas exceções, claro, mas, como toda exceção, ela é bem difícil de se encontrar.

Outro dia mesmo, uma amiga estava falando sobre um encontro e ela usou a seguinte expressão para descrever o dito cujo: “Ele é o tipo de cara pra quem você não tem que fingir que é burra”. Em outras palavras: para todos os outros tipos de cara você finge que é uma coisa que não é só pra garantir um pouco de amor e carinho.

Acredito que daí vem boa parte do conflito que muitas mulheres têm vivido: o fato de ser bem sucedida e inteligente, de certa forma, acaba por impedir que novos relacionamentos aconteçam ou continuem.

O problema é que, quando as meninas queimaram seus soutiens em praça pública, elas esqueceram de combinar com os meninos como a brincadeira ia ser dali pra frente. Só que os meninos continuaram brincando como antes, mas elas não...

De certa forma, essa visão de homem provedor ainda é o mais culturalmente aceito e, mesmo nas gerações atuais, vejo meninos e meninas sendo criados de maneira diferente, com a repetição de padrões culturais do tempo de nossos avós. Enquanto isso acontecer, os homens vão continuar se sentindo ameaçados e as mulheres vão continuar se sentindo envergonhadas.

Com exceção das novelas da Globo e dos filmes de Hollywood, o que acontece são tentativas de se passar por cima de alguns conflitos internos. Mas chega uma hora em que a pessoa não agüenta mais. Aí, bom, acho que vocês já sabem...

E fica a dúvida: será que se eu fosse diferente as coisas também seriam diferentes? Será que eu deveria abrir mão disso para ter um homem do meu lado? Embora, de imediato, a resposta pareça muito simples (não, não e não), em momentos de solidão ou quando um relacionamento em que você acreditava termina, o “não” perde muito da sua força. E você fica se perguntando o que é mais importante.

É, meninas, não é justo... Mas, também, quem disse que a vida é justa!!! Só torço para que a exceção vire cada vez mais regra e para que, enquanto isso não acontece, uma exceçãozinha apareça pra mim. Pô, eu também mereço...

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Mas isso não impede que eu repita...

Não tem sido fácil. Desde o começo do ano, foram algumas decepções. E, ontem, não foi diferente. Mais uma...

Dizem que as coisas acontecem para que a gente aprenda e cresça. É que, às vezes, cansa. Às vezes, você quer ficar um tempo sem passar por isso, porque dói, porque, na hora, a gente não consegue abstrair e pensar que vai ser bom lá na frente. E a gente sofre, chora, grita, deixa de ter esperança.

Nessa hora, tem que juntar toda a força que ainda resta pra seguir, pra olhar ao redor e ver que nem tudo está perdido.

Não sou uma pessoa pessimista. Por isso, acho que, apesar de Deus estar me colocando à prova tantas vezes, Ele também dá um jeito de me lembrar como a vida vale a pena.

Por exemplo, ontem, cheguei em casa depois da aula e tive que passar na portaria do prédio. Indo pra lá, vi que estavam molhando a grama e senti aquele cheiro de terra molhada. Um cheiro tão simples, tão banal e tão maravilhoso, um cheiro de casa, de gente feliz, de vida boa. Um cheiro capaz de repor minhas energias, de me fazer levantar a cabeça e continuar.

E assim como algo tão normal me mostra que são momentos como esse que fazem a diferença, sei que muitos outros existem. Espero ter o poder de reconhecê-los e valorizá-los para que, com isso, a energia necessária possa sempre ser reposta.

sábado, 15 de setembro de 2007

Do Brasil e de brasileiros

Na semana em que minha esperança com o país quase acabou, leio a entrevista do Millôr e uma nova luz se acende.

Sim, há vida inteligente por aqui. O problema é que ela sempre fica muito longe de Brasília (pensando bem, caso contrário, ela não seria tão inteligente assim!).

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20070915/not_imp52247,0.php

sábado, 1 de setembro de 2007

Abana rabinho

Recentemente, ouvi uma expressão precisa para identificar aquele tipo de homem que não pode ver uma mulher: é o homem abana rabinho.

Sabe cachorro quando aparece alguém e, como ele acha que vai brincar, fica abanando o rabinho para chamar a atenção? Pois é, é praticamente a mesma coisa.

O homem abana rabinho, quando vê uma mulher, processo intensificado caso ela seja bonita, muda de comportamento. Estufa o peito, tenta fazer piada, aparecer o máximo possível, tenta chamar a atenção do alvo imaginando o que pode acontecer mais tarde. Atira para todos os lados: onde acertar, acertou.

Eu, particularmente, acho esse tipo de homem bem covarde. Primeiro, porque ele tem medo de se envolver, seja porque não quer correr o risco de se machucar, seja porque ainda não está maduro o suficiente para entrar em uma relação. Segundo, porque esse perfil de franco atirador me passa uma idéia de carência que precisa ser preenchida com o maior número possível de parceiras (como se isso preenchesse qualquer carência!).

O mais triste é notar como o número de abana rabinhos é alto. E independe de idade ou estado civil, eles estão aí aos montes.

Rapazes, amadureçam, não tenham medo de se envolver. Estar com alguém e crescer com esse alguém é bom, é enriquecedor, é gostoso. Continuem abanando o rabinho, mas para uma pessoa só. Não estou dizendo que vocês não vão mais olhar para as outras (eu também olho para os outros), mas é um olhar diferente, que não pressupõe derrubar (ok, esse termo é péssimo, mas não consegui pensar em outro). Conquistar a mesma pessoa todos os dias também é um grande desafio. Aliás, muito maior do que conquistar várias.

Pensando bem, esse pode ser mais um motivo pelo qual vocês evitam isso...

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Constatações

Direto da aula: o dia da mulher moderna tinha que ter muito mais que 24h.

Não cabe nesse espaço de tempo o seguinte: família, amigos, casos, trabalho, mestrado, corrida, musculação, terapia, blog, dermato, dentista, endócrino, meso, cabeleireiro, manicure, pagar contas, cuidar da casa, ...

Alguém tem um Prozac, aí?

sábado, 25 de agosto de 2007

A Filosofia da Cutícula

Considerem esse texto um agradecimento. Ele é dedicado à Maria, minha manicure.

A Maria me aguenta toda semana. Já me viu chorando, já me viu rindo, já me viu gorda, já me viu magra, já me viu reclamando, já me viu agradecendo.

E ela sempre tem uma palavra sábia em cada um desses momentos. Eu brinco que é a filosofia da cutícula. Isso porque, considerando que ela é manicure há mais de 30 anos (só comigo são mais de 10), o repertório acumulado não é nem um pouco desprezível. São histórias de todos os tipos, histórias de mães, filhas, irmãs, esposas, amantes e profissionais. Em resumo, histórias de mulheres.

Essa experiência faz com que ela seja capaz de saber quando é preciso falar, com jeitinho, verdades que a gente insiste em não querer ouvir, saber quando é preciso só ouvir nossas lamentações (o que, no fundo, muitas vezes, é tudo que queremos) ou saber como nos colocar pra cima quando isso é necessário.

Má, valeu pelos conselhos, pelos remédios em dias de ressaca, pelo pão na chapa e café com leite das sextas de manhã (agradecimento especial ao Jô, que vai comprar o pão fresquinho pra gente). Sem falar no cuidado com as unhas, claro, o que, no final, acaba ficando em segundo plano.

sábado, 18 de agosto de 2007

Resposta ao Zeca

Zeca, recentemente, ouvi uma de suas músicas, Alma Nova. Já tinha escutado antes, mas, dessa vez, foi diferente. Prestei atenção na letra. E notei que, no meio dela, você levanta uma dúvida...

“Então ficamos, minh' alma e eu
Olhando o corpo teu sem entender
Como é que a alma entra nessa história
Afinal o amor é tão carnal”

Fiquei pensando na pergunta, buscando uma resposta (adoro questionamentos filosóficos!) e cheguei a uma conclusão (perdão pela arrogância. Minha conclusão não é, nem tem a pretensão de ser, a verdade. Honestamente, é apenas uma desculpa para que eu possa escrever a respeito): Zeca, você está amando!

O que, a não ser o amor, rejuvenesce a alma, fazendo-a sentir vontade de voar pela boca, de sair por aí?

Quando você começa a amar, o que se sente é muito mais que carnal. É passional, visceral, emocional. Eu diria, como uma poeta chinfrim, que é transcendental.

Amar a quem se ama é revelador. É uma sensação de paz de espírito, uma vontade de fazer o tempo parar, de saborear cada segundo, querendo que ele dure horas, dias, anos. É ter prazer só por saber que o outro está tendo prazer. É permitir que o corpo sinta e que o espírito se deixe levar por esse sentimento. É fundir emoção e razão, chegando a algo que fará você querer viver cada vez mais.

Tenho pena daqueles que se contentam com o sexo pelo sexo. Talvez, nunca tenham experimentado o sexo com amor. Se tivessem, não se contentariam com tão pouco.

Deixa sua alma voar, Zeca!

domingo, 12 de agosto de 2007

Rapidinha (ou o que pode nos levar à absoluta falta de)

Incrível como, na incerteza do sim, vivemos quase sempre no não.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Ah, essa Internet!

É fato que a Internet é cheia de pérolas mas, algumas, são realmente especiais, como o texto que vem abaixo, extraído do Terra dia 07 de agosto de 2007.

· O mais divertido parte 1: o texto tem a pretensão de ser levado a sério;
· O mais divertido parte 2: direto do Terra Estados Unidos. Só podia ser coisa de americano.

Pelo título já dá para ter uma idéia. Resolvi comentar item a item (partes em vermelho) porque não poderia perder essa oportunidade...

Como conquistar um homem em 20 dias (bom, se você ainda não conseguiu fazer isso em 30 anos, talvez 20 dias não sejam suficientes...)


Se você sempre foi uma solteira convicta mas agora resolveu que chegou o momento de conquistar alguém, aqui vão algumas dicas e até mesmo um cronograma para que em 20 dias você consiga e conquiste o homem dos seus sonhos. Portanto, você, solteira, que ficou anos tentando encontrar alguém, poderá resolver esse problema em apenas 20 dias. Em paralelo, nesses 20 dias, também será possível perder a barriga, deixá-la tanquinho, acabar com a celulite e eliminar aqueles 3 quilos extras!

A conquista dia-a-dia

Como todo bom plano, você precisa de estratégias, objetivos, metas e, sobretudo um cronograma, assim, pegue um calendário e marque dia por dia.

1º dia: O mundo precisa saber que você está à procura (mas, se você tem mais de 30 e está solteira, não se preocupe, o mundo já sabe...). Avise suas amigas para que elas te apresentem amigos, primos, irmãos (se fossem amigas de verdade, já teriam apresentado. Se ainda não apresentaram é porque elas estão a fim deles ou, o mais provável, eles são gays). Faça com que elas saibam da sua vontade (vide frase 1 deste dia). Hoje, dedique um tempo para que você fique mais bonita, para mudar o look, olhar-se no espelho e praticar caras que te deixem sexy, sorrisos, levante as sobrancelhas, teste várias até encontrar uma que você julgue ser bastante chamativa (chamativa ou sexy? A diferença, nesse caso, pode ser fundamental para que o cara saiba se você é louca ou vagaba). A linguagem não-verbal atrai muito os homens (bunda, peito e deixar claro que você dá sem medo de ser feliz também atraem).

2º dia: Saia com duas amigas ou se tiver coragem faça isso sozinha (caso as duas amigas é que não tenham coragem de sair com você!). Sente em uma mesa de bar, peça algo para beber (de preferência forte, será importante), olhe ao seu redor e procure alguém que se encaixe no seu gosto (quanto mais forte a bebida, mais fácil eles se encaixarão). Lembra as caras que você praticou (isso dependerá da bebida e do quanto já tiver sido ingerido até esse momento)? Esse é o momento de usá-las, para que nessa noite alguém pelo menos queira seu telefone (atenção para o “pelo menos”. Ou seja, até agora, ninguém nunca quis nada, nem seu telefone. Garçom, mais uma dose!).

3º dia: Se você faz academia (importante: a academia ajudará muito a alcançar os outros benefícios – barriga tanque, fim da celulite e 3 quilos a menos), procure fazer os exercícios ao lado de um "bom partido" (desde que não seja spinning, esteira ou ioga – nesse último caso porque, se ele faz ioga, as chances de ser gay aumentam consideravelmente). Na hora do almoço, em vez de ficar dentro do escritório (sua ogra!), saia para caminhar e se você encontrar um homem simpático procure encará-lo, quem sabe ele fale com você (ou saia correndo). Escreva para os amigos que você conheceu na época da escola, da universidade. Faça planos para uma saída na noite seguinte, certamente você encontrará alguém bastante chamativo (chamativo!?).

4º dia: Graças à Internet, hoje existem muitas formas de entrar em contato com as pessoas. Procure descobrir algo sobre aquele homem que tanto lhe chamou a atenção na universidade e escreva-lhe um e-mail, talvez ele esteja solteiro e vocês possam sair para bater um papo (antes, vale fazer uma pesquisa para verificar se ele ainda tem cabelo, se não engordou 35 quilos ou se não virou gay).

5º dia: Volte à academia e dessa vez procure falar com o "bom partido" que está perto de você (viu porque não dá pra fazer isso no spinning, na esteira ou na ioga!). Comece uma conversa informal sobre as aulas, o esporte, algo que te interesse. Depois da conversa, diga que você precisa ir e certifique-se de que você tenha despertado o interesse dele (para isto, é importante que, ao término da conversa, você entregue a ele o formulário da pesquisa).

6º dia: Vá até aquele restaurante em que estava aquele executivo que trabalha perto do seu escritório e que sempre dá umas olhadinhas para você. Dessa vez, será você que lançará um olhar matador (matando qualquer chance de ter algo sério com ele), para que ele se dê conta do seu interesse e ganhe confiança para pedir seu telefone (certamente para ter algo bem pouco sério).

7º dia: Organize uma festa na sua casa e convide seus colegas de trabalho, seus vizinhos e aquele amigo da sua prima de quem você tanto gostou (ufa, ainda bem que vc mora em uma mansão). Esta será uma noite da "caça" (é festa temática?). Fique bem bonita, sexy, mas ao mesmo tempo uma mulher conservadora (tipo blazer decotado e mini saia?), já que você será a anfitriã da festa.

8º dia: Descanse da paquera (é verdade. Foram 7 dias muito intensos). Hoje será o momento em os homens começarão a aparecer, as ligações, uma visita, um e-mail, mas algo deve acontecer (mas, para dar certo mesmo, basta mandar essa mensagem para mais 10 mulheres solteiras).

9º dia: Bem, agora que esse peixe caiu na sua rede começa o trabalho mais difícil: deixá-lo apaixonado (eba, ontem deu super certo. Ainda bem que vc mandou essa msg para as 10 mulheres solteiras). Não é uma tarefa fácil e agora será seu maior objetivo (na vida): que ele fique louco por você. Se ontem ele te ligou, hoje você pode enviar uma mensagem de texto para ele com algo que não demonstre que você está morrendo de vontade de sair com ele. Mande algo que apenas demonstre sua atenção com ele. Algo do tipo "Espero que você tenha um bom dia" (e, caso ele seja, realmente, um burro, não vai achar que vc está super a fim de sair com ele) ou ainda você pode mandar um e-mail sobre algo envolvendo a conversa do dia anterior.

10º dia: Esse é o dia do seu primeiro encontro. Depois da mensagem de ontem, ele sugeriu que vocês se vissem e hoje vocês vão ao cinema. Sendo assim, você deve ir muito charmosa, não muito maquiada, sexy, mas não tão insinuante (conselho não válido para quem mora em SP. Nesse caso, vc terá que ir direto do trabalho mesmo). Dessa vez, deixe que ele escolha o filme (só dessa vez. Deixe ele descobrir depois que vc é controladora e dominadora). Mostre-se aberta e interessada (ou seja, finja), olhe-o sempre nos olhos enquanto fala. No cinema, fique um pouco próxima a ele (é recomendável que vc sente na poltrona ao lado da dele) e na saída quando estiverem a caminho de casa diga a ele que você gostou da companhia.

11º dia: Viva a Internet! Hoje vocês vão ter uma conversa por chat e você irá conquistá-lo com seu senso de humor (afinal, vc é incrível e perfeita. Não sei como está solteira ainda!). Conte-lhe alguma situação divertida, da qual você tenha se saído muito bem (ou, se preferir, conte aquela história triste, do qual você se saiu muito mal (?)). Envie-lhe uma foto sua bem bonita (conhece o Photoshop?) para que ele morra de vontade de te ver novamente. Faça com que a conversa seja amena e interessante (ou, se preferir, chata e cansativa (?)).

12º dia: Que coincidência! Vocês se encontraram perto do seu trabalho. Não foi planejado, ou foi? Dê um sorriso e faça a cara que você tanto praticou no espelho (se ele não sair correndo, ponto para vc). Tenha uma pequena conversa com ele e diga que você precisa ir. Certamente ele estava espetacular (ué, não li a parte em que se bebe antes de encontrá-lo) e andava com os colegas dele de trabalho.

13º dia: Segundo encontro. Convite para um jantar. Nada pior do que uma mulher que não come nada, que mede calorias, os carboidratos, os açúcares (embora, para chegar à barriga tanque, fim da celulite e 3 quilos a menos, tudo isso será necessário). Isto não quer dizer que você precisa comer desesperadamente (sua ogra parte II!), mas não complique tanto porque eles não gostam de mulheres muito frescas. Saiba ser madura, tome um pouco de vinho, paquere com o olhar, coloque-o a seus pés com seus encantos e nesse momento nada de querer avançar o sinal (IMPORTANTE: para que essa última parte possa ser cumprida, É FUNDAMENTAL que, realmente, vc tome bem pouco vinho).

14º dia: Hoje é o dia que você irá ignorá-lo (ingerir dois comprimidos de Lexotan ajudam substancialmente). Se ele te ligar, diga que depois você liga de volta. Se ele quiser te ver, diga que você tem planos com as suas amigas, mas que se não fosse isso adoraria ir. Faça-se um pouco (mas só um pouco) difícil (e se tiver, de fato, tomado os dois comprimidos recomendados anteriormente, isso não será difícil).

15º dia: Terceiro encontro. Procurem ir a um bar. Os dois devem estar sozinhos (portanto, não leve seus outros pretendentes (!)). Você deve ensiná-lo o que é divertir-se de verdade, ser sensual, atraente (repetindo, você, realmente, é o máximo). Hoje ele deve ficar morrendo de vontade de beijá-la. Se vocês dançarem, nunca tire os olhos dos olhos dele. Aproxime e afaste seu corpo (ué, sem beijar! Nossa, quase uma profissional). Você deve ser o centro das atenções (da balada! Socorro!!!!).

16º dia: Uma saída no campo (essa é muito boa). Depois da festa de ontem, nada melhor do que os dois desfrutarem de uma saída fora da cidade. Prepare uns lanches e saiam para dar um passeio (ou seja, entre a sua chegada, de madrugada, e a saída cedo no dia seguinte, você ainda terá que passar no super, tomar banho, preparar os lanches e ficar linda).

17º dia: Ele vai sair com os amigos dele hoje e você certamente demonstrará ficar feliz com isso (como já dito anteriormente, a verdade deve aparecer aos poucos). Deseje a ele um bom dia e que você vai aproveitar para ver suas amigas um pouco também. Com certeza ele falará de você para eles (de você, das outras e de futebol).

18º dia: Ontem o dia foi muito comprido sem ele, mas vocês se falaram várias vezes pelo telefone (nossa, ele é tão carente assim?). Hoje você irá convidá-lo para um jantar romântico, obviamente preparado por você (putz, as mentiras só aumentam). Algo que não seja tão básico, mas que o deixe flechado. Segure na mão dele de vez em quando enquanto vocês estiverem comendo. O momento de uma aproximação está chegando... Se ele se aproximar para te dar um beijo olhe-o fixamente e não tire a sua boca (por que????). Já era hora (é?)! (Por favor, alguém pode me tirar daqui?)

19º dia: Saída em conjunto. Seja com seus amigos ou com os dele, hoje vocês vão sair em grupo (não importa se eles não podem... Vocês vão sair em conjunto e ponto final!!!!!). Você deve se portar como uma princesa (pode ser como a Caroline aos 20 anos?). Por nada nesse mundo fale mal dos amigos dele para ele (especialmente se eles ainda estiverem na mesa). Deixe que ele se aproxime de você. Não seja grudenta. Esse é o ponto-chave para que os amigos dele gostem de você.

20º dia: Por hoje ele já deve estar louco por você (mandou essa mensagem para outras 10 mulheres? Sim? Ah, então, é batata...). Os beijos devem ter melhorado e as ligações aumentado. E assim, faça com que a relação vá adiante. Conquiste-o como se cada dia fosse o primeiro (com certeza, daqui a 15 dias vocês estarão casados. Nesse caso, a mensagem deverá ser encaminha da para 100 mulheres solteiras. Casar já é bem mais difícil, né!?).

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Ainda o msn

Essa é fresquinha... Post on line: sabe o que é pior? É estar estudando e, de repente, aparecer aquela janelinha dizendo "Gatinho acabou de entrar".

Futz, que revoltante! Mais ainda porque gatinho não se pronuncia. Ninguém merece... Nem preciso dizer que "adeus estudo"!!!!!!

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Tempos Modernos

Outro dia, estava pensando no papel do msn nos novos relacionamentos.

Antigamente (nem faz tanto tempo assim), quando você conhecia um cara legal (pensando bem, faz tempo), era SÓ ansiedade o dia inteiro: será que ele vai ligar? será que gostou de mim? o que será que ele está fazendo nesse momento?

Agora, com o messenger, são tantas emoções... (viu, o rei é um visionário)

Nos dias de hoje, depois de sair com aquele gatinho uma ou duas vezes, você entra na internet e é obrigada a responder àquela pergunta indiscreta: permitir que gatinho@emailqualquer.com.br possa visualizar você?

Pronto, tá ferrada! Se reponder que não, pode dar adeus àquele relacionamento que podia ser o definitivo. Se responder que sim, vai ter que conviver com sentimentos que irão variar do céu ao inferno.

Isso porque, a partir de agora, sempre que se logar, você VAI querer saber se ele está lá, não importa se online, ausente ou ocupado, e, se ele estiver, vai ficar p. da vida caso ele não fale com você ou não vai saber o que fazer caso ele fale.

Pior ainda quando, embaixo do nome, ele tiver escrito alguma coisa qualquer, especialmente se essa coisa for enigmática e você não tiver certeza se ela foi escrita pra você, pra ex-namorada ou pra aquela v-a-c-a que ele disse que era apenas uma amiga.

Ai... que saudades da época da ansiedade...

sábado, 28 de julho de 2007

Dúvidas

Em tempos como esse, fico a me perguntar: é melhor saber a verdade ou é melhor viver uma verdade que você nunca vai saber se é?

Sei que a resposta padrão, e aquela que tendo a escolher na maior parte das vezes, é que é melhor saber a verdade. Mas e se ela for muito ruim? Será que sempre estamos preparados para recebê-la? Em tempos como esse, fico a me perguntar.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

A vida como ela é

Outro dia, li o seguinte no blog O2 Neurônio:

17/05/2006

Calcinha e unhas

- Eu tenho uma teoria
- Qual?
- Que mulher quando sai de unha pintada é porque quer dar. Deixa eu ver a sua mão. Você, por exemplo, por que não pintou a unha?
- Porque não deu tempo.
- Será? E tem mais a minha teoria: mulher quando quer dar não sai de calcinha bege nem branca. Tem que ser preta ou de outra cor.
- Ah é?
- É, você por exemplo. Deixa eu ver.
- Não

O jeans de cintura baixa denuncia. Ela é amarelinha
- Aí, você ta de calcinha bege
- Não tô não.
- Tá sim. Eu vi. Você está de calcinha bege e sem unha pintada

Eita. O rapaz não sabia nada sobre a verdadeira teoria das unhas e calcinhas. Não fazer a unha e sair de calcinha amarelinha e só para dar sorte.

:: Escrito por Jô Hallack às 14h19

Hoje, no meio da minha aula super legal fiquei pensando nesse texto e cheguei à outra conclusão.

Caro Jô, quando a mulher sai de calcinha bege ela não faz isso para dar sorte ou porque não quer dar. O único motivo pelo qual isso ocorre é porque, justamente nesse dia, ela acha que NÃO vai dar. E, meu amigo, conto mais: caso ela descubra que vai se dar bem, fica desesperada e sai correndo pra comprar uma calcinha de outra cor...

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Aos meus amigos que eu amo tanto...

Dizem que, na vida, a gente recebe de volta tudo que faz. Pois é, devo ter feito muitas coisas legais porque só isso explica a sorte que eu tenho em ter tão bons amigos.

Eu tenho amigo de tudo quanto é jeito: sério, divertido, macho, gay, rico, pobre, feio, bonito. Pra mim, pouco importa o adjetivo porque, no fim, a única coisa que me interessa é eu saber que ele está lá.

Tem amigo que conheço desde que nasci. Nesse caso, já nem chamo mais de amigo. Chamo de irmão mesmo, o irmão que eu escolhi e que, no fim das contas, me conhece mais do que eu mesma. Pra esses, não tem segredo que resista.

Também tenho amigo que conheci na escola e que, apesar de mudar de colégio e de bairro, continua meu amigo. Quando era criança, eu ia na casa dele pra brincar e, agora, continuo indo, só que pra brincar com os filhos dele.

São os amigos desse grupo, junto com aqueles do primeiro, que me acompanharam no meu primeiro, grande, inesquecível, infinito, "meu Deus, vou morrer se ele não reparar em mim", amor. São eles, também, que sabem como foi meu primeiro beijo, saíram comigo pela primeira vez à noite e aproveitaram todos os meses de férias do verão.

Depois, tem os amigos de faculdade. Apesar de, na maior parte dos casos, eu só ouvir falar de muitos deles através de pessoas em comum ou ao abrir o jornal e descobrir que um virou presidente de empresa - putz, e eu ainda pagando a prestação do apê - com outros, eu continuo falando.

Aí, somado aos outros grupos, esses amigos são os que estiveram comigo nos primeiros porres de tequila e nas primeiras desilusões amorosas de verdade, aquelas do tipo "nunca mais vou sorrir". Foi para eles que eu contei como foi minha primeira vez, com eles fiz minha primeira viajem sozinha e eles foram os primeiros a saber que eu consegui aquele estágio.

Nessa hora, chegam os amigos do trabalho. E alguns continuam meus amigos apesar de eu já ter mudado de emprego quatro vezes. E esses são os que estiveram do meu lado quando eu levei meu primeiro esporro e fui chorar no banheiro, quando eu me revoltei com a promoção que deveria ter sido dada a mim, quando eu falei mal da empresa e quando eu pedi demissão.

E assim, tenho encontrado cada vez mais novos amigos que, junto com aqueles que já me aturam há um bom tempo, estarão do meu lado nos bons e maus momentos, sabendo exatamente o que falar para que eu me sinta melhor. Amigos que acompanharão os próximos acontecimentos porque vão estar lá comigo.

Eu acho que, na verdade, amigos são como prêmios por bom comportamento. Porque é tão bom tê-los que eles só podem ser um presente que a vida nos dá.

terça-feira, 24 de julho de 2007

O porquê e o nome

O porquê é fácil...

Depois de ler alguns textos muito legais na Internet, fiquei com muita vontade de fazer algo parecido. De uns tempos pra cá, tenho sentido necessidade de poder expressar um monte de coisa que eu sinto e que, muitas vezes, acaba ficando esquecida em algum canto da mente - enquanto a terapia não vem, viva a tecnologia!


Já o nome...

Bom, o nome, esse eu peguei com meu amigo Marcel. Quando eu disse que queria escrever sobre tudo ele, de cara, respondeu com essa sugestão. Esse menino é fogo!!! Valeu Marcel, já começou contribuindo.



E lá vamos nós!!!!!

A idéia, aqui, é falar sobre tudo. E também sobre nada (ok, plágio do Seinfeld, eu sei!).

Vontade, eu tinha. Agora, é só começar.